mct mpeg
Get Adobe Flash player

    Pesquisa sugere novos modelos de políticas contra o desmatamento

    Cruzando dados do censo agrícola com uso do solo em escala fina, que incluem respostas fisiológicas, demografia, genética,
    movimento de energia e matéria, um estudo internacional avalia
    o desmatamento em propriedades de diferente tamanho na Amazônia Brasileira.

    Agência Museu Goeldi - Javier Godar e Toby Gardner, cientistas do Stockholm Environment Institute, monitorarando a Amazônia nos últimos anos concluíram que as medidas que reduziram o desmatamento até o momento estão perdendo eficácia. É necessário uma nova estratégia para um problema que ficou mais difícil de detectar e controlar. Eles assinam um artigo sobre este assunto na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, publicada no dia 17 de outubro. Gardner coordena o projeto Análise custo-benefício entre Conservação e Desenvolvimento do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia – INCT Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia.

    Também comprovaram que as atuais ações de combate ao desmatamento, baseadas em comando e controle, não atingem mais os níveis de eficiência de períodos anteriores. Os resultados da pesquisa sugerem que para manter os índices de redução do desmatamento, que caiu expressivamente em 77% no período de 2004 a 2011, é necessária a adoção de novos modelos de políticas contra o desflorestamento, adaptados aos grandes e pequenos produtores rurais e baseados na exploração sustentável.

    O artigo que foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, tem o objetivo de refletir sobre quem são os responsáveis pelo desmatamento na Amazônia.