mct mpeg
Get Adobe Flash player

    Simpósio atualizou panorama sustentável do uso de terras na Amazônia

    Em Minas Gerais, pesquisadores do Museu Goeldi e outras instituições de ciência trocaram impressões, descobertas e avaliaram chances de parcerias durante simpósio da Rede Amazônia Sustentável

     

    Agência Museu Goeldi – A Rede Amazônia Sustentável (RAS) chega ao sexto ano com muitas pesquisas e aprendizado sobre a biodiversidade socioecológica da Amazônia brasileira. Esse acúmulo positivo foi mostrado no Simpósio “Principais descobertas e oportunidades de impacto”, que aconteceu de 12 e 14 de dezembro, em Santuário das Caracas, em Minas Gerais.

    A Rede Amazônia Sustentável (RAS) é associada ao projeto INCT Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia. O Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) é um dos organizadores do evento, que reuniu pesquisadores de instituições brasileiras e internacionais. Josiah Barlow e Toby Gardner, pesquisadores do INCT, sediado no Museu Goeldi, são responsáveis por dois subprojetos dentro da rede.

    Em Minas Gerais foram compartilhados e discutidos os mais recentes resultados dos trabalhos da rede. Agora, os cientistas e instituições envolvidos no projeto querem divulgar esses panoramas para um público mais amplo, incluindo proprietários de terras e outros atores na região amazônica. Materiais de comunicação estão sendo preparados para circular em 2016 na região. O simpósio também foi um momento para a Rede Amazônia Sustentável identificar os próximos passos e as prioridades para novos produtos de pesquisa, financiamento e oportunidades para a participação individual na rede.

     

    Rede de Biodiveridade - Fundada em 2009, a Rede Amazônia Sustentável (RAS) reúne cerca de 100 pesquisadores, representando mais de 50 instituições no Brasil e do exterior. Seu objetivo é avaliar as consequências ambientais e sociais da mudança no uso da terra na Amazônia oriental brasileira. O trabalho da rede representa a avaliação socioecológica mais abrangente já realizada por pesquisadores na região amazônica.

    Texto: João Cunha